15 de abr. de 2009
iPOD, Nike e Inclusão
Por
Vitório Tomaz
Estava pensando estes dias sobre o tênis Nike, e o clássico exemplo do garoto carioca que quebra a vitrine e rouba o tênis por que anseia ter um, mas não vê a sua possibilidade de adquirir através do trabalho, já que isto em muitos casos significaria ficar um mês sem cobrir as despesas domésticas da familia.
Fiz uma busca nas campanhas da Apple, são muito bonitas, em especial esta do nanocromático que coloquei no post, a idéia de várias cores nos remete também a idéia de diversidade, de pessoas diferentes que são capazes de consumir um mesmo produto.
Depois pensei um pouco sobre como a tecnologia, e como ela teoricamente tem ficado mais acessível a todos, tenho uma aula na faculdade que se chama Novas Tecnologias, lá nós aprendemos como a internet é um meio promissor, e que dificilmente no futuro teremos campanhas e comunicação que de alguma forma não usem internet ou sua linguagem. Não necessariamente nesta aula, mas tem aqueles mais exaltados que chegam a dizer que a internet é quem vai nos tornas mais iguais.
Ai pensei na tecnologia móvel, tipo os smartphones, iPhone, iPod e por ai vão a inifinidades de tecnologias e como estas tecnologias estão se tornando acessíveis as massas e expandindo a nossa capadidade de ser um consumidor ativo. Mais que isto, se colocando como estruturas que descentralizam o poder de informação.
Passei na Applestore do Shoping Paulista e presenciei a seguinte situação:
E surgiu a dúvida: Será que as barreiras da desiguldade estão mesmo sendo rompidas pela internet e suas tecnologias, ou os degraus entre as classes continuam os mesmos?
Fiz uma busca nas campanhas da Apple, são muito bonitas, em especial esta do nanocromático que coloquei no post, a idéia de várias cores nos remete também a idéia de diversidade, de pessoas diferentes que são capazes de consumir um mesmo produto.
Depois pensei um pouco sobre como a tecnologia, e como ela teoricamente tem ficado mais acessível a todos, tenho uma aula na faculdade que se chama Novas Tecnologias, lá nós aprendemos como a internet é um meio promissor, e que dificilmente no futuro teremos campanhas e comunicação que de alguma forma não usem internet ou sua linguagem. Não necessariamente nesta aula, mas tem aqueles mais exaltados que chegam a dizer que a internet é quem vai nos tornas mais iguais.
Ai pensei na tecnologia móvel, tipo os smartphones, iPhone, iPod e por ai vão a inifinidades de tecnologias e como estas tecnologias estão se tornando acessíveis as massas e expandindo a nossa capadidade de ser um consumidor ativo. Mais que isto, se colocando como estruturas que descentralizam o poder de informação.
Passei na Applestore do Shoping Paulista e presenciei a seguinte situação:
E surgiu a dúvida: Será que as barreiras da desiguldade estão mesmo sendo rompidas pela internet e suas tecnologias, ou os degraus entre as classes continuam os mesmos?
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informação,
iPod,
tecnologias
14 de abr. de 2009
Febraban adere ao Protocolo Verde
Por
Vitório Tomaz
Publicado por Moderador do Banco do Planeta em April 7, 2009 às 7:30pm
Um protocolo que prevê a concessão de financiamento apenas a setores comprometidos com a sustentabilidade ambiental foi assinado dia 7/4 pelo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, e pelo presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Fábio Barbosa.Os bancos assumiram o compromisso de oferecer linhas de financiamento e programas que fomentem a qualidade de vida da população e o uso sustentável do meio ambiente. Além de considerar os impactos e custos socioambientais na gestão de seus ativos e na análise de risco de cada projeto.
A rede bancária também passará a adotar medidas de consumo sustentável em suas atividades rotineiras, como gasto de papel, energia e insumos.Carlos Minc disse que a decisão da Febraban de aderir ao protocolo revela a preocupação da entidade com o meio ambiente. “A Febraban resolveu assinar esse termo que visa mudar o comportamento social e ambiental dos bancos.
Acho que isso tem um valor político e simbólico necessário para a preservação do meio ambiente”, disse.Para Fábio Barbosa, a participação da Febraban se deve à convicção de que desenvolvimento e meio ambiente não são excludentes. “O banco tem o papel de valorizar as empresas que desenvolvam projetos socioambientais, para usar como critério de financiamento. Pretendemos estimular e valorizar as empresas e viabilizar produtos e projetos que levem em questão o desenvolvimento sustentável e a preservação”, afirmou.
Fonte: Agência Brasil
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11 de abr. de 2009
Katyn - Um excesso que não pode ser repetido
Por
Vitório Tomaz
Nesta sexta-feira santa fiz juz ao feriado e fui refletir um pouco sobre morte e vida, já que este foi o tema do feriado né?
Fui assitir Katyn no Cine Bombril, com um amigo, um filme bastante forte, no entanto fruto de uma história real que me fez questionar sobre alguns pontos de vista e algumas construções que divido com vocês agora:
- Ficou claro para mim que esta Publicidade que temos hoje, assim como tantas outras coisas como o microondas, a canola, os videogames e tantos outros são frutos da guerra, e este é um bom motivo para que façamos uma reconstrução deste modelo.
No filme, o episôdio ocorrido em Katyn, durante a invasão Nazista a Polônia na segunda Guerra, ambos os oponentes, Nazistas e Soviéticos se utilizam deste massacre para levar o povo a lutar a seu favor. Fazem isto através de filmes publicitários ou jornalisticos. No final é esclarecido o lado responável pelo massacre, porém o filme deixa claro que esta foi uma estratégia utilizada por ambos para facilitar seu avanço.
- A partir do filme me coloquei a questionar se o que eles mostram lá são anúncios ou reportagens, já que a linguagem e apelos em muitos momentos são convergentes, pensei que o ideal, em um mundo sustentável, seria termos uma publicidade com o nível de responsabilidade que o jornalismo deveria ter, e não como a atual que visa esmagar a concorrência ao invés de explorar nichos adequados ao seu produto e coexistir.
Vejam o filme e depois tragam sua opniões.
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Jornalismo,
Katyn,
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9 de abr. de 2009
Passarela Sustentável na Eusébio Matoso
Por
Vitório Tomaz
Que por sinal é uma linda passarela que foi reformada no final do ano passado pelo Banco Unibanco, que por sinal tem um edificio em frente a passarela.
Ai pensei um pouco, e achei mais legal compartilhar esta dúvida com vocês.
Esta passarela é um projeto de sustentabilidade, conseiderando que a empresa agiu no espaço público, em favor do meio ambiente(materiais utilizados), e em favor do social( viabilizou a locomoção de pessoas).
Ou esta ação é uma ação Publicitária, já que para um banco da grandeza do Unibanco, o investimento feito nesta passarela chega a ser insignificante, e tendo que a passarela escolhida foi uma em frente ao seu prédio.
Vejam mais fotos no Flickr e dêem suas opniões
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8 de abr. de 2009
Outdoor feito de Dinheiro
Por
Conceição

Do Blue Bus para o ótimo blog Marketing Politico, da publicitária Gil Castilho:
O título "Graças ao Mugabe este dinheiro é papel de parede" compõe o outdoor protesto do jornal The Zimbabwean, formado por jornalistas zimbabuanos refugiados na África do Sul. A peça foi criada pela TBWA Hunt Lascaris, que ao preencher toda a superficie do cartaz com notas Z$ 100 trilhões de dólares zimbabuanos, critica (e eu disse critica) a irresponsabilidade do governo Mugabe ao criar uma nota que não é suficiente para comprar nem um pedaço de pão e certamente nem um tipo de publicidade, como explica a matéria do próprio “The Zimbabwean Neswpaper“.
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7 de abr. de 2009
Ações e Anúncios: onde está a persuasão?
Por
Conceição
Abaixo, dois exemplos de campanhas ambientais. Primeiro, o anúncio de revista da Agnelo Pacheco para a SAAE (Serviço Autônomo de Água e Esgoto) de Guarulhos.O outro é uma ação da F Nazca para o coletivo 50graus.org (aliás um site-blog bem bacana), que se parece com uma exposição de arte, pois está localizada em ruas (espaço público) e estacionamento de shoppings (espaço privado de grande circulação). 
Mas, a todos que criaram e aprovaram o anúncio, fica a nossa pergunta: so what? (e daí?). Como assim jogar água na cara de quem desperdiça? Ou seja, além de desperdiçar, o anúncio ainda incentiva um ato de violência? Mesmo que a foto tenha o seu apelo estético e chame a atenção, a mensagem é questionável. E em relação a ação da F Nazca, será válido ocupar uma vaga de estacionamento, objeto tão raro nas ruas e shoppings de SP, para apenas chamar atenção para o site da ONG? E aí o sujeito vê aquilo, estranha, lembra das enchentes mas continua jogando papel no chão. Ou seja, a ação promocional de site specific tem que levar em consideração cada lugar de inserção daquele objeto. A arte já nos ensinou que mais que chamar a atenção, ao capturar o sujeito em trânsito, o objetivo da ação deve ser o de fazê-lo, ainda que por segundos, parar, pensar e refletir sobre seus hábitos e se ele está pronto ou não para mudá-los.
Mas, a todos que criaram e aprovaram o anúncio, fica a nossa pergunta: so what? (e daí?). Como assim jogar água na cara de quem desperdiça? Ou seja, além de desperdiçar, o anúncio ainda incentiva um ato de violência? Mesmo que a foto tenha o seu apelo estético e chame a atenção, a mensagem é questionável. E em relação a ação da F Nazca, será válido ocupar uma vaga de estacionamento, objeto tão raro nas ruas e shoppings de SP, para apenas chamar atenção para o site da ONG? E aí o sujeito vê aquilo, estranha, lembra das enchentes mas continua jogando papel no chão. Ou seja, a ação promocional de site specific tem que levar em consideração cada lugar de inserção daquele objeto. A arte já nos ensinou que mais que chamar a atenção, ao capturar o sujeito em trânsito, o objetivo da ação deve ser o de fazê-lo, ainda que por segundos, parar, pensar e refletir sobre seus hábitos e se ele está pronto ou não para mudá-los.
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6 de abr. de 2009
Responsabilidade de Informação
Por
Vitório Tomaz

Responsabilidade de informação é meio que o tema de hoje. Há pouco, acabei de discutir esse tema com uma amiga que passou um e-mail, que tratava de uma série de denúncias contra o Lula, dizendo que ele estava nos conduzindo a uma ditadura, restaurando o AI-5 e por aí vai, sem que, no entando, existisse no e-mail qualquer fundamentação aos argumentos apresentados. Passou longe de mim defender qualquer autoridade política, seja do partido que for, mas também não me pareceu coerente não responder tal e-mail, uma vez que informações deste tipo passam de textos infundados para verdades terroristas.
Ai lembrei de duas coisas, que me motivaram ainda mais a escrever no Publizität. No sabádo, estive na primeira palestra do Jogo da Cidadania, onde discuti,os sobre produtos que são sustentáveis, e aqueles que apenas parecem ser, e acabamos discutindo sobre o Kuat Eko. Ao analisar o produto, e a composição, reparamos que ele não tem nada de sustentável, a não ser a comunicação. Ou seja, continua usando corantes, conservantes e até um aroma artificial de chá verde, de Eko mesmo tem só o nome.
Ai lembrei de duas coisas, que me motivaram ainda mais a escrever no Publizität. No sabádo, estive na primeira palestra do Jogo da Cidadania, onde discuti,os sobre produtos que são sustentáveis, e aqueles que apenas parecem ser, e acabamos discutindo sobre o Kuat Eko. Ao analisar o produto, e a composição, reparamos que ele não tem nada de sustentável, a não ser a comunicação. Ou seja, continua usando corantes, conservantes e até um aroma artificial de chá verde, de Eko mesmo tem só o nome.
Como um pouco antes do lançamento do Kuat Eko fiz o post : Novo Kuat Eko, refrigerante e comunicação a caminho da sustentabilidade, percebi que precisava fazer um esclarecimento. Que faço agora: tenham claro que o Kuat Eko não é um refrigerante sustentável, apensar de toda a sua a sua campanha ter este aspecto.
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2 de abr. de 2009
A classe C não valoriza o gosto da Classe A
Por
Conceição
Esse post é de autoria do Luiz Marinho, publicada dia 31/3 no ótimo site Blue Bus, referência na área da propaganda."Estudos recentes sugerem que as velhas táticas utilizadas pelas marcas para falar com os consumidores da ‘Nova Classe Média Brasileira’ podem nao estar mais surtindo os efeitos desejados. Na maioria das vezes, os argumentos usados na comunicaçao com essa gente têm sido os aspiracionais. Funciona assim – você mostra um cenário bacana, pessoas bonitas, artistas conhecidos e dá a entender que se o sujeito usar aquele produto vai se sentir parte daquele mundo e usufruir daquele status. Em síntese, a marca funcionaria como um aditivo que, incorporado a personalidade do consumidor, faria com que ele se sentisse uma pessoa diferente. Entretanto, alguns pesquisadores tem chamado a atençao do mercado para uma importante mudança no comportamento de compra dos brasileiros de baixa renda. Um desses estudiosos do consumo é Haroldo da Gama Torres, do DataPopular, com quem conversei longamente algumas semanas atrás. Todos sabemos que por meio das nossas escolhas nós expressamos nosso estilo de vida, uma atitude e a imagem do que somos ou de como queremos ser percebidos. Porém, segundo Torres, o consumidor de Classe C parece mais preocupado em oferecer conforto e prazer para si mesmo e para os seus do que em ostentar prestígio para os outros. Prova disso seriam as próprias residências dessas pessoas - mal acabadas por fora e cada vez mais bem equipadas por dentro, com televisores, computadores, aparelhos de som e outros apetrechos modernos. Pesquisas recentes confirmam que mesmo que os brasileiros de classe C ganhassem um dinheirao, continuariam a morar no mesmo bairro e manteriam o mesmo senso estético. Apenas fariam um upgrade nas marcas, contudo sem deixar de ser quem eles sao. Essas constataçoes sinalizam que a nova classe media brasileira nao está tao interessada assim em viver naqueles cenários chiques mostrados pelas novelas da TV. Eles também nao acreditam nos testemunhos de artistas que sabem que dificilmente frequentariam lojas populares ou usariam produtos mais baratos. Este é um desafio e tanto para as marcas que tem na classe C o seu foco – se identificar com essa gente, valorizar as coisas das quais eles se orgulham e falar a mesma linguagem."
Ou seja, nem mesmo a TV e as campanhas publicitárias estão conseguindo hoje, como já o fizeram um dia, definir o "senso comum do gosto". Será que isso tem a ver com a recente mediatização da cultura pop e popular, presente em programas como Central da Periferia, e outros ligados ao Hip Hop, Forró e Tecnobrega???? Acho que sim, e muito. E detalhe, a crise chega bem menos nessa classe, onde o poder de consumo tem mais a ver com a informalidade e a criatividade das trocas. Então, os publicitários do núcleo Berrini, se quiserem manter seus empregos, que tratem de se misturar com outros núcleos, do Capão Redondo, da Brasilândia, de Itaquera etc.
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1 de abr. de 2009
Redes, Clusters, Comunas, Anarquistas
Por
Vitório Tomaz
Qual a diferença estrutural em se constuir uma rede, onde todos participam e colaboram, como é o caso da Saberes e Fazeres e outras organizações, entre constuir um cluster, onde se defende o interesse de pequenos grupos produtivos, onde não existe um grande patrão, mas sim sócios entre sí para viabilizar seu negócio, respeitando as condições locais, ou entre construir uma comuna, onde todos são responsáveis por gerir a comunidade em questão, dividindo as tarefas sociais e os beneficios sociais, e por fim entre criar um sistema Anarquista de auto gestão, gerido a base de comunas, que por sua vez possuem seus conselhos, que por sua vez cria um grande conselho para realizar feitos maiores, sem que no entanto este conselho maior tenha poder de deliberação sobre os outros?Na verdade estas são estruturas extremamente semelhantes, para não dizer iguais. A diferença é como a comunicamos. Imaginem o que seria dizer a um pequeno empresário que ele vai precisar montar uma comuna de pequenas empresas para, através de um sistema anarco empresarial, lutar contra o monopólio de grandes empresas.
Fazer uma fala destas seria quase impossível, em especial para o nosso pequeno empresário que nasce com os olhos na fortuna do grande empresário e que, por sinal, acaba não alcançando 10% desta fortuna. A exceções são realmente excepcionais.
A diferença que existe é que o termo Anarquismo, que se batizou como proposta na época, apesar de estar semanticamente correto, foi facilmente queimado e mal visto devido a dificuldade em explicar o que significaria esta "ausência de leis", a da "contra-propaganda da oposição". Hoje, depois de mais de 200 anos da existência oficial da proposta de sistema, existem grupos organizados neste sentido, como o Black Bloc, que organiza as manifestações contra o G-20, mas no Brasil ainda é muito mal visto pois o termo costuma está aliado a baderna.
Já quando damos o nome de redes ou clusters, tudo fica muito diferente. Dai não parece que vão rolar demonios anarquistas comendo criancinhas. Fica um termo mais persuasivo, mas que não deixa de ser uma estrutura formada por pessoas e para pessoas. No entanto as pessoas não torcem o nariz e aceitam pacificamente. É certo que quando tratamos de Anarquismo aqueles que se sensibilizam tem, em geral, clareza do porque estão se mobilizando. Porém, podemos fazer as mesmas coisas com a gestão por redes, que em momento algum se torna diferente da proposta de autogestão.
O que quero dizer com isto é que não podemos continuar criando movimentos sociais que tenham como origem de sua comunição intelectualismos, precisamos dar caras mais populares para estes movimentos, eles precisam ser facilmente traduziveis, do contrário o que continuará acontecendo é que toda vez que tiver uma manifestação vermelha na Paulista, por mais bem intecionada que esteja, será vista como uma passeata de um bando de desocupados, que estão brigando ao invés de trabalhar.
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Grupo é contra a candidatura olímpica de Chicago
Por
Conceição

Está na home do UOL de hoje. O comitê "No Chicago Games" reúne pessoas da cidade que são contra os gastos envolvidos para a disputa dos Jogos de 2016. Eles pretendem fazer uma série de protestos entre os dias 2 e 8 de abril, quando uma comissão do Comitê Olímpico Internacional (COI) estará no local para avaliar a candidatura.O principal argumento dos articuladores do movimento é que a maior cidade do estado do Illinois tem outras necessidades prioritárias para o gasto do dinheiro público. "Precisamos de melhores hospitais, moradias, escolas e trens. Brigue, fale alto, proteste, cale a candidatura de Chicago. Eles jogam, nós pagamos", diz o cartaz do movimento.
Aqui mais uma prova de que as mídias on line são ferramenta de mobilização pública contra atos governamentais antes inquestionáveis. Vamos ver como o governo Obama, que tão bem sabe usar as mesmas mídias, responderá a esse movimento que vem de sua cidade natal.
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