30 de dez. de 2011
Campanha da Heineken: o nascer do sol pertence aos que bebem moderadamente
Por
Conceição
A campanha da Heineken que prega q as pessoas devem beber menos será certamente chamada de careta e até hipócrita por alguns. É verdade q as campanhas recentes de Heineken, sobretudo aquela em que homens agem como crianaçs histéricas diante de uma geladeira cheia das garrafinhas verdes são muito persuasivas porque são puro entretenimento. E como aquelas, essa campanha do beba moderadamente tem o mesmo mérito. Se, como dizia McLuhan, o entretenimento serve para pensar, eis um modo eficaz de falar a um público que não tem saco, ouvidos nem paciência para escutar o discurso tradicional e moralista da familia, da escola ou da religião. Para a maioria dos jovens, seus amigos, seus idolos e suas marcas são muito mais importantes q as instituições. E se um deles, um emissor como muito mais chances de ser ouvido, decide fazer um alerta, por que não?Leia mais>>
15 de dez. de 2011
Sustentabilidade parte 3
Por
Conceição
A terceira fase da sustentabilidade é essa que pode ou não acontecer após a Rio + 20. E a primeira grande confusão que se estabelece é a confusão entre sustentabildiade e economia verde. Aquela não é nem nunca foi sinônimo desta. Ok, vivemos em um sistema capitalista, portanto, a economia vai ser sempre a ponta de lança das transformações, mas resumir a conferência a uma discussão sobre o documento que propõe os pilares do que deve vir a ser a economia verde pode ser um equívoco de proporções gigantescas. O que o planeta e as pessoas precisam URGENTEMENTE é uma nova vida, ou seja, a mudança é mais profunda do que parece. E o primeiro grande desafio apra isso é a URGENTE reforma das instituições: Estado, Escolas, Mídia, Partidos, Igrejas, todos vamos ter que repensar nossos papéis e nossas ações. Sabendo que nada irá mudar do dia para noite, ainda assim é preciso admitir que a forma como nós estamos fazendo as coisas não está colaborando para um mundo mais equilibrado e mais justo. Outro fator importante é que a Rio + 20 deveria se ater aos 2 niveis que implicam a sustentabilidade: o macro e o micro. No macro, estão os Estados Nacionais, a ONU, as ONGs e todos os atores globais mais poderosos que podem e devem buscar acordos que possam basilar ações futuras. De outro, como ficam as pessoas comuns e seu cotidiano de produção e consumo? Sinceramete, hoje acredito que a comunicação persuasiva pode colaborar muito mais no nivel micro do que no macro. Informando, esclarecendo, educando, orientando, sensibilizando, mobilizando e, por que não? questionando, como podemos, juntos, mudar hábitos e atitudes do nosso dia a dia. Sem querer fazer paródia da propaganda de um grande banco, o fato é que, sim, ou vamos juntos, ou, provavelmente, não vamos. Quanto a dimensão micro da mudança de atitude, essa parece ser o nosso maior desafio. Aprender no micro a viver de outro jeito, tendo mais relação com a natureza, sendo menos consumistas, menos acomodados aos nossos pequenos luxos burgueses, usando mais nossa inteligência, enfim... não se trata de fazer treinamento para ser santo, mas sim, a fazer uma profunda transformação interior para a qual, paradoxal e felizmente, precisaremos mais do que nunca do outro, da alteridade que nos rodeia. Só os que já trilharam esse caminho poderão nos ensinar como fazer. Caberá a nós, portanto, estarmos abertos para aprender a ser de um outro jeito. E nessa jornada, cada inicativa conta.
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30 de nov. de 2011
Sustentabilidade parte 2
Por
Conceição

Para tentar responder a pergunta do último post é importante fazer uma breve retrospectiva do tema.
1. Primeira fase: o idealismo e a vontade de fazer
Essa fase, ao meu ver, vai desde que o termo desenvolvimento sustentável surgiu no relatório Brudtland da ONU na década de 1970 e se estende até a Rio 92. O alerta dado pela ONU e um certo susto que as informações sobre as mudanças climáticas causaram na opinião pública deram origem ao ativismo ambiental multinacional que se tornou protagonista dessas discussões e conseguiu algumas conquistas relevantes como o Protocolo de Kyoto. Todos pareciam concordar que era preciso defender o meio ambiente. Esse periodo é marcado também por uma crença quase absoluta dos atores nas instituições internacionais e multilaterais que seriam as deslanchadoras dos processos, notadamente a ONU;
2. Segunda fase: amadurecimento das discussões e o retrocesso institucional
Esta segunda fase iria do momento pós Rio 92 até o momento atual, às vésperas da Rio + 20. E não é porque eu tenha paixão pelo Rio que eu o coloco como centro demarcador, mas porque historicamente, há fatos que convergem para um turn point a partir de junho de 2012. Esse periodo foi marcado por 2 (dois) fatores poderosos, um positivo e outro negativo. O positivo foi a produção e disseminação de muitas informações sobre a sustentabilidade que, no âmbito empresarial, geraram a prática da responsabilidade socioambiental, no âmbito político, as preocupações com transparência administrativa, e no âmbito da sociedade civil, uma postura mais atenta, cobradora e ativa da população em relação aos temas ligados ao bem comum. Esse, aliás, é o fato mais relevante, pois os recentes movimentos no Oriente Médio, os Occupy em vários paises, e o ativismo cibernético de coletivos como os hacckers anonymous são fenômenos recentíssimos que estão gestanto novas formas de relação social e política. Note-se a importância também das ONGs ambientais e da disseminação on line da informação sobre a sustentabilidade em organizações de todos os tipos. O lado negativo é que as forças retrógradas e conservadoras, que sempre lucraram e lucram c a devastação da natureza e a exploração das classes mais pobres começaram a mostrar sua cara. Esse capital global, financista, tem muita força sobre os governos dos paises mais ricos, e nessas duas décadas, conseguirarm emperrar negociações, negar-se a compromissos, levando iniciativas globais como a COP15 ao fracasso. No nosso quintal, temos os ruralistas conseguindo modificar o Código Florestal de forma torpe na Câmara e no Senado. Ou seja, nesta fase, as máscaras começaram a cair e os reais interesses dos atores envolvidos começaram a se delinear mais claramente. De um lado, temos a sensação de que 2012 pode mesmo ser o fim do mundo tal como o conhecemos até aqui, pois muito pouco conseguimos mudar nessas quatro décadas, desde o início desse debate... de outro, a sensação de que há sinais, ruidos, ainda baixos, de que há muitas formiguinhas trabalhando para gestar o mundo novo que vai dar lugar a este... são todas as pessoas que, individual ou coletivamente, vem trabalhando pela construção de uma nova consciência planetária e solidária. É claro que entre um e outro extremo há uma longuíssima régua de matizes diferentes mas basicamente são esses dois caminhos que se apresentam como o desafio maior para 2012: ou seguimos rumo a sustentabilidade ou...
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14 de nov. de 2011
Voltando ao tema da Sustentabilidade....parte 1
Por
Conceição

Depois de um ano muito acelerado que se aproxima de seu final, podemos começar a fazer um balanço de como a sustentabilidade foi tratada por empresas, mídia, governos, universidades e os cidadãos comuns durante esse ano.
Quando este blog e o grupo Publizität surgiram em 2008, a ideia era mostrar e discutir como a Publicidade poderia ser um motor de divulgação e mobilização do tema da sustentabilidade para diferentes públicos.
Em 2011, o tema não parece ser mais novo, ao contrário, em alguns casos, parece até ser um tema batido, gasto, que corre o risco de virar clichê, porque se esvazia em apenas discurso dissociado de ações coerentes e concretas de grande impacto. Embora haja muita gente fazendo e acontecendo, parece que os resultados dessas ações são pífios frente ao tamanho dos problemas econômicos, sociais e ambientais que se apresentam. Então, por mais que se fale cada vez mais de meio ambiente, sustentabilidade e desenvolvimento sustentável, a sensibilização de governos, empresas e pessoas parece não estar acontecendo, ou seja, será que a sustentabilidade seria "apenas discurso para a aliviar a nossa consciência coletiva"? Será que somos mesmo green? Ou apenas nos pintamos de green para nos sentirmos melhor? (Continuação no próximo post)
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27 de out. de 2011
Populações atingidas por Belo Monte ocupam canteiro e fecham transamazônica.
Por
Publizität
Cerca de 300 indígenas, pescadores e ribeirinhos da bacia do rio Xingu estão acampados pacificamente, desde a madrugada de hoje, no canteiro de obras de Belo Monte para exigir a paralisação das obras da usina hidrelétrica, em Altamira, no Pará. A rodovia Transamazônica, na altura do quilômetro 50, também foi interditada. O protesto não tem prazo para terminar.
“Diante da intransigência do governo em dialogar e da insistência em nos desrespeitar, ocupamos a partir de agora o canteiro de obras de Belo Monte e trancamos seu acesso pela rodovia Transamazônica. Exigimos que o governo envie para cá um representante com mandado para assinar um termo de paralisação e desistência definitiva da construção de Belo Monte”, diz a declaração dos Povos do Xingu contra Belo Monte...
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(via Movimento Xingu Vivo para Sempre.)
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(via Movimento Xingu Vivo para Sempre.)
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24 de out. de 2011
Celebridades comentam o novo Código Florestal.
Por
Publizität
Em análise no Senado, o novo Código Florestal brasileiro levanta discussões acaloradas em todas as esferas da sociedade. Exemplo disso é a campanha #florestafazadiferença, que lançou nesta terça os primeiros de uma série de vídeo-depoimentos com personalidades acadêmicas e do meio artístico.
Os vídeos foram gravados por nomes como Wagner Moura, Gisele Bündchen, Denise Fraga, Rodrigo Santoro, Ricardo Abramovay, Fernanda Torres, Alice Braga, Marcos Palmeira, Solange Teles da Silva, Bruna Lombardi, Maria Flor e José Eli da Veiga. Por trás da mobilização do grupo, formado por 25 pessoas, está o cineasta Fernando Meirelles, que também deixou seu depoimento.
Nas gravações, feitas em webcams, câmaras pessoais e celulares, a mensagem dominante é na verdade um pedido: de que os senadores não permitam mudanças prejudiciais para a atual legislação florestal. A campanha #florestafazadiferença foi criada pelo Comitê Brasil em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustentável é uma coalizão formada por 152 organizações da sociedade civil brasileira contrárias ao novo projeto de lei (PLC 30/2011) aprovado pela Câmara dos Deputados.
Confira os depoimentos já disponíveis do cineasta Fernando Meirelles, a modelo e ativista ambiental Gisele Bündchen, dos economistas José Eli da Veiga e Ricardo Abramovay, a atriz Alice Braga e os atores Wagner Moura e Marcos Palmeira.
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14 de out. de 2011
III Fórum de Desenvolvimento Sustentável.
Por
Publizität
Este post é de autoria de George Isaias Melo
Mario Garnero, presidente do Brasilinvest, realizou a
terceira edição do Fórum de Desenvolvimento Sustentável 2011, com iniciativa do
Fórum das Américas e da Associação das Nações Unidas - Brasil (ANUBRA). O encontro
aconteceu no dia 26 de setembro em Nova York.
O tema proposto foi ‘Brasil: a Nova Economia Verde Global’, onde
se discutiu a importância do desenvolvimento sustentável nos negócios, na
política e na sociedade.
O 3º Fórum de Desenvolvimento Sustentável abordou soluções
verdes que estão sendo empregadas no Brasil e a forma como o país está
liderando a economia verde no mundo, além dos projetos inovadores, ideias e
tecnologias ambientalmente sustentáveis que estão e serão desenvolvidos.
Empresários, acadêmicos e políticos palestraram, entre eles
estão: o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza; o ex-presidente dos
Estados Unidos Bill Clinton; o vice-presidente do Brasil, Michel Temer; o ex-ministro
da Defesa, Nelson Jobim.
O conceito de desenvolvimento sustentável, que tem sua origem
na Primeira Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e
Desenvolvimento, em Estocolmo, Suécia, em 1972, ganhou importância
internacional a partir da Rio92, onde se firmou um acordo entre as nações, a
Agenda 21, a fim de alcançar um objetivo comum: a economia verde.
O ex-presidente norte-americano
Bill Clinton encerrou o fórum falando sobre o potencial do Brasil em
desenvolvimento sustentável. Para ele, o país demonstra maturidade democrática,
crescimento econômico sustentável e cada vez uma melhor distribuição de renda,
mas é preciso enxergar o presente e não só pensar no futuro.
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10 de out. de 2011
Gigante pela Própria Natureza.
Por
Conceição
Este post é de autoria da Paula Andreta.Pela primeira vez uma campanha publicitária do whisky escocês Johnnie Walker tem o Brasil como cenário. A publicidade mostra a cidade do Rio de Janeiro, com suas belas paisagens e praias, lembrando um pouco o filme produzido pelo Brasil para a candidatura à sede da Copa do Mundo em 2014. Nela, o morro "Pão de Açúcar", como se tivesse acordado de um sono profundo, toma formas humanas e sai caminhando em direção ao mar. Logo em seguida, surge a frase "O Gigante não está mais adormecido" seguido do slogan "Keep Walking", que, desta vez vem acrescido da palavra "Brazil" (com "z").
O vídeo, que está acessível no youtube, vem acrescido de uma bela mensagem à moda Camoniana que diz que o Gigante, até então adormecido, agora olha para o horizonte e dá os primeiros passos para seu destino, um destino que é medido não pela grandeza do país, mas pelos tamanhos dos passos que dá.
Segue texto que está na página do You tube do Johnnie Walker na íntegra:
"No início dos tempos, na parte sul das Américas, habitava um gigante. Um dos poucos que andavam sobre a Terra.
Gigante pela própria natureza, e sendo natureza ele próprio, era feito de rochas, terra e matas, que moldavam sua figura. Pássaros e bichos pousavam e viviam em seu corpo e rios corriam em suas veias. Era como um imenso pedaço de paisagem que andava e tinha vontade própria.
Caminhava com passadas vastas como vales e tinha a estatura de montanhas sobrepostas. Ao norte, em seu caminho, encontrava sol quente e brilhante nas quatro estações do ano. Ao sul, planaltos infindáveis. A oeste, planícies e terras cheias de diversidade. E a leste, quilômetros e quilômetros de praias onde o mar tocava a terra gentilmente, desde sempre. Havia também uma floresta como nenhuma outra no planeta. Tão grande, verde e viva que funcionava como o pulmão de todo o continente à sua volta.
Mesmo diante de tudo isso, um dia, enquanto caminhava, o gigante se inquietou.
Parou então à beira-mar e ali, entre as águas quentes do Atlântico e uma porção de terra que subia em morros, deitou-se. E, deitado nesse berço esplêndido, olhou para o céu azul acima se perguntando: "O que me faz gigante?".
Em seguida, imaginando respostas, caiu em sono profundo.
Por eras, que para os gigantes são horas, ele dormiu. Seu corpo gigantesco estirado, o joelho dobrado formando um grande monte, uma rocha imensa denunciando seu torso titânico e a cabeça indizível, coberta de árvores e limo.
Dormiu até se tornar lenda no mundo. Uma lenda que dizia que o futuro pertencia ao gigante, mas que ele nunca acordaria e que o futuro seria para ele sempre isso: futuro.
No entanto, com o passar do tempo ficou claro que nem mesmo as lendas devem dizer "nunca".
Depois de muito sonhar com a pergunta sobre si, o gigante finalmente despertou com a resposta.
Acordou, ergueu-se sobre a terra da qual era parte e ficou de frente para o horizonte.
Tirou então um dos pés do chão e, adentrando o mar, deu um primeiro passo.
Um passo decidido em direção ao mundo lá fora para encontrar seu destino.
Agora sabendo que o que o faz um gigante não é seu tamanho, mas o tamanho dos passos que dá."
Gigante pela própria natureza, e sendo natureza ele próprio, era feito de rochas, terra e matas, que moldavam sua figura. Pássaros e bichos pousavam e viviam em seu corpo e rios corriam em suas veias. Era como um imenso pedaço de paisagem que andava e tinha vontade própria.
Caminhava com passadas vastas como vales e tinha a estatura de montanhas sobrepostas. Ao norte, em seu caminho, encontrava sol quente e brilhante nas quatro estações do ano. Ao sul, planaltos infindáveis. A oeste, planícies e terras cheias de diversidade. E a leste, quilômetros e quilômetros de praias onde o mar tocava a terra gentilmente, desde sempre. Havia também uma floresta como nenhuma outra no planeta. Tão grande, verde e viva que funcionava como o pulmão de todo o continente à sua volta.
Mesmo diante de tudo isso, um dia, enquanto caminhava, o gigante se inquietou.
Parou então à beira-mar e ali, entre as águas quentes do Atlântico e uma porção de terra que subia em morros, deitou-se. E, deitado nesse berço esplêndido, olhou para o céu azul acima se perguntando: "O que me faz gigante?".
Em seguida, imaginando respostas, caiu em sono profundo.
Por eras, que para os gigantes são horas, ele dormiu. Seu corpo gigantesco estirado, o joelho dobrado formando um grande monte, uma rocha imensa denunciando seu torso titânico e a cabeça indizível, coberta de árvores e limo.
Dormiu até se tornar lenda no mundo. Uma lenda que dizia que o futuro pertencia ao gigante, mas que ele nunca acordaria e que o futuro seria para ele sempre isso: futuro.
No entanto, com o passar do tempo ficou claro que nem mesmo as lendas devem dizer "nunca".
Depois de muito sonhar com a pergunta sobre si, o gigante finalmente despertou com a resposta.
Acordou, ergueu-se sobre a terra da qual era parte e ficou de frente para o horizonte.
Tirou então um dos pés do chão e, adentrando o mar, deu um primeiro passo.
Um passo decidido em direção ao mundo lá fora para encontrar seu destino.
Agora sabendo que o que o faz um gigante não é seu tamanho, mas o tamanho dos passos que dá."
O vídeo, primeira campanha local da marca, ao enaltecer o Brasil, acaba por demonstrar a importância do país no cenário mundial. O Brasil passa a ser visto como "uma nova potência emergente" e um interessante mercado para se investir.
Apesar de ninguém ter cara de brasileiro no filme, a campanha é uma grande homenagem da Johnnie Walker à nossa "Terrinha".
Apesar de ninguém ter cara de brasileiro no filme, a campanha é uma grande homenagem da Johnnie Walker à nossa "Terrinha".
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5 de out. de 2011
Reciclar sempre.
Por
Publizität
Este Post é de autoria de Luiz Fernando Severo.Esse já é um assunto muito falado, porém ainda não incorporamos na nossa rotina a separação do lixo para reciclagem, ou seja, o ato simples de separar o lixo seco daquele que é impossibilitado para o reaproveitamento, tratado como o lixo úmido.
Esse hábito acarreta graves consequências para o meio ambiente e consequentemente para nós, que deixamos de enxergar o planeta como um lar que precisa de cuidados. A importância desta mudança acontecer o quanto antes é de extrema urgência, já que que o correto destino dado a objetos como garrafa pet, papel, lata de alumínio e embalagens Tetra Pak diminuiria os índices de poluição.
Vale ressaltar, que há materiais que superam os 100 anos para se decompor na natureza, é o caso do plástico e de alguns metais, e mesmo que não aconteça a coleta seletiva em seu bairro éimportante a separação, pois facilita o trabalho dos profissionais que fazem decatar lixo a sua renda.
O Governo do Estado de São Paulo está começando a fazer a parte dele, com a divulgação de propagandas que falam das necessidades deste tipo de reaproveitamento. Agora, falta nós começarmos afazer a nossa: vamos ajudar a destinar parte dos 241.614 toneladas de lixo* que são produzidos no Brasil para uma das atividades mais sustentáveis que conheço: a reciclagem.
Veja e vídeo abaixo e comente sobre suas iniciativas para um mundo melhor.
*dados extraídos do http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/meio-ambiente-reciclagem/decomposicao-do-lixo.php
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2 de out. de 2011
Você se comporta como um animal quando usa o transporte público?
Por
Conceição
Esse post vem do Blue Bus.Será que uma campanha desse estilo nao cairia bem em muitas cidades brasileiras? Pensando naquelas pessoas que não conseguem manter o mínimo de civilizaçao no transporte coletivo, a Publicis criou uma nova campanha para a RATP - a operadora de transporte público de Paris. As peças comparam atitudes mal educadas com o comportamento de animais e sugerem - 'Vamos permanecer humanos no transporte público'.
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