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29 de jan. de 2012

A placa q está fazendo os nova-iorquinos escolherem a escada ao invés do elevador


Essa notícia veio do Blue Bus. Texto inicial de Debora Schach.

Uma simples placa com o texto 'Queime calorias, não eletricidade' está fazendo os nova-iorquinos trocarem o elevador pelas escadas. Colocada em 3 diferentes prédios a título de estudo pelo Departamento de Saúde e Higiene Mental do município, ela fez com que o uso das escadas nesses locais aumentasse de 9,2% a 34,7%. E o efeito não foi passageiro - mesmo meses depois da iniciativa, as pessoas continuaram abrindo mão do elevador. Os resultados do estudo serão publicados em fevereiro no American Journal of Preventive Medicine, enquanto milhares de placas como essa estão sendo distribuídas pelos edifícios de NY.

De nossa parte, em tempos de estratégias mirabolantes, em q tudo deve ser tecnológico e interativo, uma simples placa nos traz uma ideia muito efetiva pq se trata de um título persuasivo - orienta a uma ação no momento mesmo em q a pessoa está prestes a fazer a ação, um design gráfico básico mas preciso, e a alocação certeira da placa. Pena q na nota jornalística original ninguém informe quem criou a peça.
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24 de ago. de 2009

Publicidade de Alimentos: ANVISA x FENAPRO

Essa vem do site do CCSP - Clube de criação de São Paulo. Foi discutida, na última quinta-feira (20), em uma audiência pública, proposta da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a respeito de regras específicas para propaganda de alimentos com quantidades elevadas de açúcar, gordura saturada, gordura trans e sódio.

Pela proposta, publicidade desses alimentos deverão conter alertas sobre os perigos do consumo excessivo. A resolução deverá ser publicada ainda em 2009.

Produtos com quantidade elevada de açúcar, por exemplo, deverão trazer advertências para o risco de desenvolver obesidade e cárie dentária. Aqueles com muita gordura saturada, sobre os riscos de desenvolver diabetes e doenças do coração.

As peças publicitárias não poderão desencorajar o consumo de alimentos considerados saudáveis, como frutas e vegetais.

As regras também são válidas para as bebidas com baixo teor nutricional, como refrigerantes e refrescos artificiais.

A proposta traz um artigo voltado especialmente à propaganda dirigida ao público infantil. A sugestão é que a publicidade dos alimentos que de trata a norma fique restrita ao horário compreendido entre 21 horas e 6 horas, fora do período em que o público mais jovem tem acesso à programação.

Além disso, se aprovada a proposta da Anvisa, ficará proibido utilizar figuras, desenhos e personagens que sejam admirados pelas crianças. A seguir, leia a resposta da FENAPRO.



A Fenapro (Federação Nacional das Agências de Propaganda) está questionando proposta da Anvisa sobre regras para publicidade de alimentos com elevadas taxas de açúcar, gordura e sódio.

A entidade, que participou de audiência pública sobre o assunto realizada na última quinta-feira, considera a proposta da Anvisa "inconstitucional".

“Esta decisão é inconstitucional e unilateral. A Anvisa está legislando sobre propaganda e publicidade de forma ilegal. Temos uma ampla regulamentação de mercado, e o Conar (Conselho de Autorregulamentação Publicitária) há mais de 30 anos atua permanentemente para coibir possíveis abusos, assim como para garantir a liberdade de expressão”, defende Fernando Brettas, presidente do SinaproDF e representante da Fenapro na audiência.

A entidade diz que "o Brasil é um dos países, ao lado da Espanha e Inglaterra, que possui uma das três mais avançadas autorregulamentações do mundo".

“Nenhuma das colaborações apresentadas pelo mercado sobre a propaganda de alimentos no mercado brasileiro foram acatadas pela Anvisa”, reclama Brettas.

Pela proposta da Anvisa, a publicidade desses alimentos deverá conter alertas sobre os perigos do consumo excessivo.

Também estiveram presentes à audiência pública da Abap (Associação Brasileira de Agências de Propagnda), ABA (Associação Brasileira de Anunciantes), de entidades de defesa do consumidor como o Idec e o Proteste, além representantes de órgãos do governo, como o Ministério Público Federal e a Advocacia Geral da União, entre outros participantes.

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