26 de ago. de 2009
F/Nazca cria filme sensacional para AACD
Por
Conceição
Para quem demoniza a publicidade, aí está um ótimo exemplo para mudar de idéia. A propaganda é uma estratégia persuasiva, que quando bem feita, e está a serviço de causa social e de interesse público, pode ser um poderoso instrumento de prevenção do preconceito e incentivo à solidariedade humana.
Outra notícia importante de hoje é que foi aprovada a propaganda eleitoral paga para a internet. Aguardemos o desdobramento dessa medida.
Ficha Técnica do Filme:
Título: Super Poderes Fotografia:
Produto: Hipercard – Aacd
Especificação: Produção de 01 Cine-Vt, Ao Vivo, Color, Sonoro
Direção de Criação: Fabio Fernandes , Eduardo Lima
Direção: nando Cohen
Pós Produção: Equipe Vetor Zero
Criação: Marcelo Nogueira , Alexandre Pagano
RTVC: Regiani Pettinelli
Atendimento: Daniela Keller , Gisela Assumpção , Luana Gregório
Produtora: Vetor Zero
Planejamento: Fernand Alphen , José Lucas
Primeira veiculção: 2009
Mídia: Marco Formoso , Adriana Roza , Marcela Isa
Duração: 30"
Locução: Cassiano Ricardo
Aprovação: Adelaide Simoes , Daniele Meres
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Tags:
aacd,
propaganda,
solidariedade
24 de ago. de 2009
Publicidade de Alimentos: ANVISA x FENAPRO
Por
Conceição
Essa vem do site do CCSP - Clube de criação de São Paulo. Foi discutida, na última quinta-feira (20), em uma audiência pública, proposta da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a respeito de regras específicas para propaganda de alimentos com quantidades elevadas de açúcar, gordura saturada, gordura trans e sódio.Pela proposta, publicidade desses alimentos deverão conter alertas sobre os perigos do consumo excessivo. A resolução deverá ser publicada ainda em 2009.
Produtos com quantidade elevada de açúcar, por exemplo, deverão trazer advertências para o risco de desenvolver obesidade e cárie dentária. Aqueles com muita gordura saturada, sobre os riscos de desenvolver diabetes e doenças do coração.
As peças publicitárias não poderão desencorajar o consumo de alimentos considerados saudáveis, como frutas e vegetais.
As regras também são válidas para as bebidas com baixo teor nutricional, como refrigerantes e refrescos artificiais.
A proposta traz um artigo voltado especialmente à propaganda dirigida ao público infantil. A sugestão é que a publicidade dos alimentos que de trata a norma fique restrita ao horário compreendido entre 21 horas e 6 horas, fora do período em que o público mais jovem tem acesso à programação.
Além disso, se aprovada a proposta da Anvisa, ficará proibido utilizar figuras, desenhos e personagens que sejam admirados pelas crianças. A seguir, leia a resposta da FENAPRO.
A Fenapro (Federação Nacional das Agências de Propaganda) está questionando proposta da Anvisa sobre regras para publicidade de alimentos com elevadas taxas de açúcar, gordura e sódio.
A entidade, que participou de audiência pública sobre o assunto realizada na última quinta-feira, considera a proposta da Anvisa "inconstitucional".
“Esta decisão é inconstitucional e unilateral. A Anvisa está legislando sobre propaganda e publicidade de forma ilegal. Temos uma ampla regulamentação de mercado, e o Conar (Conselho de Autorregulamentação Publicitária) há mais de 30 anos atua permanentemente para coibir possíveis abusos, assim como para garantir a liberdade de expressão”, defende Fernando Brettas, presidente do SinaproDF e representante da Fenapro na audiência.
A entidade diz que "o Brasil é um dos países, ao lado da Espanha e Inglaterra, que possui uma das três mais avançadas autorregulamentações do mundo".
“Nenhuma das colaborações apresentadas pelo mercado sobre a propaganda de alimentos no mercado brasileiro foram acatadas pela Anvisa”, reclama Brettas.
Pela proposta da Anvisa, a publicidade desses alimentos deverá conter alertas sobre os perigos do consumo excessivo.
Também estiveram presentes à audiência pública da Abap (Associação Brasileira de Agências de Propagnda), ABA (Associação Brasileira de Anunciantes), de entidades de defesa do consumidor como o Idec e o Proteste, além representantes de órgãos do governo, como o Ministério Público Federal e a Advocacia Geral da União, entre outros participantes.
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23 de ago. de 2009
No Brasil já são 1,5 milhão de pessoas trabalhando com sustentabilidade
Por
Conceição
Esta é uma boa notícia que saiu no Estadão de hoje. A Organização Internacional do Trabalho (OIT) afirma que as atividades econômicas relacionadas à sustentabilidade geram 1,5 milhões de postos de trabalho no Brasil - os chamados empregos "verdes". Se os processos ainda podem ser incipientes em muitas empresas, a gradativa mudança da cultura organizacional é o fator mais importante desse processo de incorporação das ações sustentáveis no sistema produtivo cotidiano das empresas. (Abaixo, a matéria de Luciele Velluto para o Estadão na íntegra)
O termo sustentabilidade entrou definitivamente no dicionário do mundo empresarial. Esta nova maneira de medir o sucesso de um empreendimento - além do resultado financeiro, é preciso apresentar bom desempenho social e ambiental - está criando uma nova categoria profissional, os chamados empregos “verdes”.
De acordo com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), há no Brasil cerca de 1,5 milhão de pessoas envolvidas de alguma forma em atividades econômicas relacionadas à sustentabilidade, principalmente nas áreas relacionadas ao meio ambiente.
São atividades de nível superior, exercidas por engenheiros florestais, por exemplo, até as menos qualificadas, como o recolhimento de materiais recicláveis.
“Nem todos são considerados emprego decente (definido como um trabalho justo, digno e que promove a cidadania do trabalhador), mas fazem parte da cadeia socioambiental. No nível técnico, de graduação e especializado há muita demanda e todos estão saindo para o mercado empregados”, afirma Paulo Sergio Muçouçah, coordenador dos programas de Trabalho Decente e Emprego Verde da OIT.
No Brasil, entre os setores de maior destaque no quesito sustentabilidade está o de energias renováveis, que emprega cerca de 500 mil pessoas na área de biocombustíveis e mais 230 mil nas hidrelétricas. O setor de energias renováveis é um dos mais promissores na criação de empregos, avaliam os especialistas, pois o País é um dos principais atores no cenário mundial no que se refere a desenvolvimento de tecnologia para geração de energia limpa.
Outra área na qual a sustentabilidade é cada vez mais presente é a construção civil. De acordo com membro do Conselho Brasileiro de Construção Sustentável, Marcelo Takaoka, uma pesquisa realizada por alunos da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) mostra que de cinco anos para cá o conhecimento do conceito de sustentabilidade passou de 30% para 60% dos profissionais envolvidos na área.
No entanto, o conhecimento do tema é ainda superficial, razão pela qual estes profissionais ainda veem o custo mais elevado como uma barreira à adoção dos preceitos da sustentabilidade. “É um mercado que está no início, que tem demanda de profissional especializado, mas que ainda enfrenta resistências. A mudança virá com a formação de mais pessoas habilitadas a trabalhar com o conceito”, diz.
“Além do espaço que se abre para novas profissões, mais ligadas à tecnologia, amplia-se também o campo de atuação para as tradicionais”, observa Victorio Mattarozzi, sócio-diretor da consultoria Finanças Sustentáveis.
Assim, além de engenheiros, a oferta de empregos na economia “verde” se volta para economistas, administradores, contabilistas, advogados, entre outros.
Para a diretora do Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), a preocupação com a sustentabilidade está ainda concentrada nas grandes empresas e, mesmo assim, há poucos profissionais “verdes” frente à demanda atual.
Há um número reduzido de consultores capacitados para trabalhar em atividades relacionadas com o cálculo das emissões de carbono pelas empresas, por exemplo. “Faltam profissionais para a elaboração de novos protocolos e certificações. São valores e riquezas que serão muito importantes para as empresas e também para o País”, afirma.
A gestora do Núcleo de Sustentabilidade da Fundação Dom Cabral, Maria Raquel Grassi, afirma que os avanços na abertura de mercado para os empregos “verdes” já é visível. Antes, alguém que já trabalhava na empresa assumia a função de lidar com as questões de sustentabilidade. Hoje já se contrata um especialista. “Eu não tenho dúvida que esse novo gestor será um dos principais executivos dentro de uma companhia nos próximos anos, pois ele terá uma visão ampliada do processo produtivo e de seus impactos. Este trará valores sociais, econômicos e ambientais, visibilidade no mercado e até economia para a companhia em que atua. ”
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21 de ago. de 2009
Embalagem retornável?
Por
Murilo
Sony estréia hoje sua nova campanha da Bravia estrelada pelo vocalista Alice Cooper. Cooper e os integrantes de sua banda contam como era ser um rockstar nos anos 80, com grandes turnês mundiais, quebrando ou jogando pela janela muitos aparelhos de televisão dos vários hotéis em que se hospedavam. A campanha tem como objetivo comunicar os clientes Sony que ao invés de se desfazerem de seus antigos televisores, podem troca-los por 150 euros de desconto em uma Sony Bravia.
Apesar de ser uma estratégia para alavancar as vendas da menina dos olhos da Sony, a iniciativa de coleta de aparelhos antigos é muito bem vinda e deveria ser plagiada por diversas outras companhias.
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20 de ago. de 2009
Globo x Record: quem ganha com a briga de cachorro grande?
Por
Conceição
No Brasil Ornitorrinco (ótima metáfora de Francisco Oliveira) é pela TV aberta que a grande maioria da população tem acesso a informação e ao entretenimento. Informação deformada e entretenimento apelativo à parte, temos uma teledramaturgia e uma publicidade de nível internacional para o padrão TV aberta. E quando vemos as duas maiores emissoras do país se degladiarem, é importante notar como se constroem os argumentos de ataque e defesa de ambos os lados. A Globo dissimula o ataque disfarçando-o em matéria jornalística, ao invocar que se trata de denúncia do Ministério Público quanto ao desvio de verba da Igreja Universal para a TV Record. Esta, por sua vez, vai ao oposto apelando aos tons melodramáticos, romanceando a narrativa, inpingindo a Globo o papel de vilã que ataca a mocinha e vítima TV da Barra Funda. E agora o mais novo golpe é a breve exibição do documentário "Muito Além do Cidadão Kane" ("Beyond Citizen Kane"), do diretor inglês Simon Hartog. De ambos os lados, temos os latifundiários do nosso usurpado sistema de comunicação aberta.O que é positivo contudo é o alcance dessas denúncias junto a população visto a enorme audiência das duas. E quando cachorro grande briga, eles fazem o que é muito raro no espaço público democrático. Eles mostram quem realmente são. Mesmo desconsiderando o exagero, a população tem assistido a um inédito "roupa suja se lavando na tela", em que todos os privilégios, acordos, dissimulações, desvios e falta de ética dos barões da TV estão sendo mostrados. Na minha opinião, ganha a população, que passa a ver (ou pelo menos a olhar) que nem familia Marinho nem Bispo Macedo merecem tanta credibilidade. Tomara que essa briga vá longe...
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18 de ago. de 2009
Sustentabilidade no Google Insights: Então é isso?
Por
Reginaldo Nepomuceno
Há algum tempo atrás, conheci o Google Insights, plataforma que analisa uma parte das pesquisas feitas no Google para calcular quantas pesquisas foram feitas pelos termos escolhidos em relação ao número total de pesquisas feitas no Google ao longo do tempo. Trocando em miúdos, é uma espécie de ranking de pesquisas feitas no próprio Google.Resolvi então pesquisar algumas palavras relacionadas ao nosso blog pra ver como o mundo se interessa por elas. Veja no que deu: (clique nas imagens para ampliar)
- Sustentabilidade

Fiquei contente em ver que o assunto está cada vez mais pesquisado, mas.. por quê as pesquisas sempre caem nos meses de Dezembro, Janeiro e Julho? Será que tem alguma relação com as férias? Fiquei com uma pulga atrás da orelha ao pensar que o interesse das pessoas tem a ver com as condições de consumo (é nestas duas épocas que se consome mais, deixando o planeta de lado). Mas isso é discussão pra outro momento e não vou sair do assunto. Por enquanto.
- Sustentabilidade e Responsabilidade Social Corporativa

Ambos os assuntos oscilam muito durante o ano, mas por algum motivo sustentabilidade está gerando mais interesse que RSC. Meu maior medo era que fosse apenas uma nova palavra da moda, mas não é bem assim: Em algum momento da nossa história, alguém achou que motores a vapor, o rock and roll e até a internet seriam modas passageiras. Ledo engano. Prova disso acontece quando comparamos quatro termos com muito em comum: sustentabilidade, responsabilidade social, meio ambiente e reciclagem (abaixo). Basta lembrar que em Junho se comemora o Dia do Meio Ambiente, e certamente este assunto leva aos outros.

- Panis et circenses
Acertou quem disse redes sociais digitais e entretenimento! Orkut, jogos, vídeos e músicas estão no topo das pesquisas mais comuns por aqui:

Antes que me acusem de ter complexo de vira-lata, vale lembrar que nos maiores países do mundo o cenário é o mesmo. Se é bom ou ruim, não sei. Mas em relação ao Brasil só muda o nome do site. Veja:
Estados Unidos:

Japão:

França:

Reino Unido:

Austrália:

Vou deixar uma conclusão em aberto pra este post. Não acho correto apontar tão cedo o que causa ou inibe o interesse em determinadas épocas do ano, pra não ficar no achismo ou na superficialidade. Pretendo aprofundar este tema na relação entre consumo e conscientização, que já estudo há algum tempo. Enquanto isso, fica a dúvida: Existe uma forma de gerar interesse´pela sustentabilidade através do consumo sem corromper seu conceito?
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17 de ago. de 2009
Pegue um limão e faça uma limonada: há vida depois do desemprego? Sim!!!!
Por
Conceição
A crise está causando muito desemprego no mercado publicitário ao redor do mundo. E é incrível como não se fala disso na mídia. Mas o redator Erik Proulx, depois de ser demitido da Arnold Boston em setembro de 2008, fez diferente: lançou o ótimo blog Please Feed The Animals e está à frente da campanha Lemonade, filme que fala sobre os rumos tomados por criativos que perderam o emprego por causa da grave crise que assola o mundo há quase um ano. Cálculos dão conta de que mais de 70 mil profissionais que até então eram pagos para ser criativos em suas agências tiveram que focar sua criatividade em novas formas de sobrevivência.A direção é de Mark Colucci, da Park Pictures. Assista o filme e comente. Fonte: CCSP.
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15 de ago. de 2009
Propaganda e Contra Propaganda: Exxon x Avaaz. Assista aos vídeos e tire suas conclusões
Por
Conceição
Essa semana entrei no site do Avaaz (aonde cheguei pela dica do Vitório) que é um coletivo virtual de mobilização em prol de causas globais, e vi que eles produziram um comercial contrário ao comercial da petroquímica multinacional Exxon, que fez uma recente campanha apregoando sua preocupação com o meio ambiente. Como não achei nenhum dos dois no You Tube, o jeito é ir nos links da Exxon e da Avaaz para assistir.1. Comercial da Exxon
2. Comercial da Avaaz
Enquanto a Exxon vem na linha de argumentação tradicional, da promessa e da justificativa, que promete impactar menos o meio ambiente com a tecnologia R3M, por meio do testemunhal de um de seus engenheiros, o filme da Avaaz desconstrói o discurso da Exxon ao denunciar que o real objetivo das indústrias petroquímicas é comandar o novo acordo em torno das mudanças climáticas. Para quem pesquisa a comunicação persuasiva, os argumentos utilizados por um e por outro são uma aula de retórica de posições absolutamente contrárias. A nós, cabe julgar e dar nossa opinião.
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14 de ago. de 2009
Protesto virtual: Nós apoiamos Lúcio Flávio Pinto
Por
Vitório Tomaz

Pedimos aos participantes que, se possível, enviem as mensagens com cópia a protestolfp@gmail.com, a fim de que se estime o número de pessoas envolvidas com o protesto.
Ajude também a divulgar esta iniciativa pelo messenger, orkut e outras redes sociais, skype, blogs, listas de discussões e/ou websites.
Contamos com você, obrigado!
Reproduzido integralmente de: http://virtualprotestolfp.blogspot.com/
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13 de ago. de 2009
Por que é um desafio divulgar a cultura da sustentabilidade?
Por
Conceição
"As pessoas não mudam". Esta crença do senso comum é o grande desafio de todo publicitário, pois cada anúncio visa sim a convencer e persuadir as pessoas a incorporar a marca X ou Y em seus cotidianos. No caso da publicidade comercial, se apela a veia narcísica do sujeito, que se vê projetado em ideais de beleza e sucesso em que o produto X ou Y se tornam senhas de acesso. Agora, convencer um sujeito de que ele deve mudar agora, tirando-o de sua zona de conforto, porque no futuro, em vez de se tornar mais jovem, mais bonito ou mais rico, ele colabora com a preservação do planeta para os seres humanos que ainda nem nasceram é um desafio e tanto. Tentar convencer o sujeito a mudar seu comportamento no presente em função de benefícios futuros hipotéticos faz com que muitos ideólogos da sustentabilidade acreditem que somente quando a nova geração, que hoje se encontra em idade escolar, atingir a idade adulta é que muita coisa irá mudar. Se nas campanhas sustentáveis, a lógica é inversa à da publicidade comercial, o desafio maior reside na escolha do argumento, na produção de mensagens que realmente façam sentido para o sujeito hoje, nesse mundo em que tudo apela para que ele consuma mais. Infelizmente, campanhas com apelos responsáveis ainda são menos de 10% das campanhas veiculadas. Tomara que esse quadro mude e se acelere pois se a Marina Silva vier a ser candidata à presidência, haverá um salto no nivel do debate sobre tema. Enquanto isso, a sequência de catastrofes ambientais e pandemias está aí a nos mostrar que muitos estão pagando com a própria vida o preço de nosso comodismo, inclusive criativo.
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