26 de jan de 2010

Novas ou Milenares Formas de Comunicação (?)





Faz muito tempo que não tenho feito posts, por vários motivos, dentre eles a falta de tempo que estou sendo acometido. Mas tenho lido e atentado para muitas questõesa respeito da comunicação, e algumas delas me incomodam a ponto de me fazerem escrever um post a esta hora da noite.



Eu entendo e enxergo alguma coerência, mesmo que mínima nas estratégias de defesa nacionais, acho acredito que tenha sido um absurdo a China junto com os países do BRIC terem se negado a se comprometerem efetivamente com Copenhaguem, mas também entendo que qualquer acordo onde os E.U.A., e a U.E., e quando me refiro a eles me refiro a população e ão governo, não se comprometam com metas extremamente agressivas não faz sentido em termos de caminhar para uma economia global sem imperialismo. Afinal, apesar da China ser a segunda emissora, sua população é bem maior que a dos EUA, ou qualquer país da U.E., logo o calculo per capita por carbono é bem menor.

Mas o fato do calculo per capita ser menor, não resolve o problema, por que o planeta vai aquecer, e provavelmente vai chover em São Paulo, Rio e Minas no ano que vem. As previsões são de que não tenhamos mais gelo no Polo Ártico neste verão, e o mais maluco é que tem gente pensando em explorar petroléo no Canadá e na Groelândia #fail.

Mas é fato que não temos uma solução razoável, afinal de contas, para isto precisamos sensibilizar as pessoas a mudarem radicalmente seu modo de vida, ou então promover guerras grandes o suficientes para dizimar dois terços da população. Uma delas é mais fácil, a outra mais humana e mais difícil.

O que é deplorável é a maneira como vemos estas guerras se desenvolverem, e como eles (Governos) nos mostram e comunicam isto tudo. Como a complexidade da situação faz com que a maioria das pessoas não percebam a estes movimentos.

Recentemente tivemos os terremotos no Haiti, supostamente manipulados (colunistas.ig.com.br/luisnassif/2010/01/17/os-terremos-a-10-quilometros/) ou não está é uma questão que ganha força mas não essencial agora.

O essencial é a questão da sustentabilidade, as guerras e quais territórios ocupar. Levando esta prioridade, podemos levantar outro aspecto iminente que é a ameça da falta de água (www.universia.com.br/materia/materia.jsp?materia=7325).

Aliados a questão da falta de água temos a exibição do filme Avatar, que nos traz um relato sobre a nossa floresta (www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u682951.shtml) , tendo sido um dos filmes que já ultrapassou o sucesso do Titanic, aliado a ocupação do Haiti, que tem sido disputada pelos E.U.A e pelo Brasil e as bases militares dos EUA na Colômboia.

Tudo isto em pacotes tão mascarados de ajuda humanitária e , em campanha tão brilhantes e tão no plano macro, que fica de alguma maneira inviável acompanhar, criar raciocionio e realizar uma critica capaz de mobilizar ao mesmo tempo.

E as perguntas que deixo é: Afinal para onde vai a ajuda humanitária arrecada? Para os soldados se alimentarem ficarem fortes para combater o favelado Haitiano, ou para os Haitianos?
E o Brasil e os E.U.A., onde vão sem a ONU?





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