28 de set. de 2010
Quanto vale?
Este post é de autoria da Patricia Mayumi Yoshizumi.
Na 11ª semana de Publicidade e Propaganda da PUC-SP, Guilherme Frioli e Gustavo Gaion (agência AlmapBBDO e Ogilvy respectivamente) apresentaram um case muito interessante.Qual seria sua reação se depois de um happy hour com os amigos, onde sempre se bebe umas cervejinhas depois do trabalho, você se deparasse com uma conta de, sei lá, 73 mil reais?
Susto? Raiva do caixa que te passou a conta errada? Como assim pagar 73.000 reais por algumas bebidas? Quando mexemos com dinheiro, fica fácil chamar a atenção de quem paga a conta.
Por isso, uma ação produzida pela agência Ogilvy, para o Bar Aurora, cobrando de seus clientes valores exorbitantes causou diversas reações, que você confere no vídeo abaixo.
Depois de ver esse vídeo, você parou para pensar nos gastos causados pelos acidentes que ocorrem porque as pessoas insistem em dirigir depois de beber? Você pagaria os 73.000 reais ou até mais para salvar a sua vida não é? Então pense no quanto vale não só a sua vida, mas também a vida de milhares de pessoas que se envolvem em acidentes, e não só as que foram para um bar beber, mas também aquelas que estavam voltando pra casa depois de um dia de trabalho ou de estudos e tiveram o azar de cruzar com alguém que dirigia embriagado. Pensou? Então agora que se conscientizou e não precisa pagar os 73 mil reais da conta do bar, q tal chamar aquele amigo que agora você acha que cobra baratinho? “TÁXI!!!!”...
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23 de ago. de 2009
No Brasil já são 1,5 milhão de pessoas trabalhando com sustentabilidade
(Abaixo, a matéria de Luciele Velluto para o Estadão na íntegra)
O termo sustentabilidade entrou definitivamente no dicionário do mundo empresarial. Esta nova maneira de medir o sucesso de um empreendimento - além do resultado financeiro, é preciso apresentar bom desempenho social e ambiental - está criando uma nova categoria profissional, os chamados empregos “verdes”.
De acordo com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), há no Brasil cerca de 1,5 milhão de pessoas envolvidas de alguma forma em atividades econômicas relacionadas à sustentabilidade, principalmente nas áreas relacionadas ao meio ambiente.
São atividades de nível superior, exercidas por engenheiros florestais, por exemplo, até as menos qualificadas, como o recolhimento de materiais recicláveis.
“Nem todos são considerados emprego decente (definido como um trabalho justo, digno e que promove a cidadania do trabalhador), mas fazem parte da cadeia socioambiental. No nível técnico, de graduação e especializado há muita demanda e todos estão saindo para o mercado empregados”, afirma Paulo Sergio Muçouçah, coordenador dos programas de Trabalho Decente e Emprego Verde da OIT.
No Brasil, entre os setores de maior destaque no quesito sustentabilidade está o de energias renováveis, que emprega cerca de 500 mil pessoas na área de biocombustíveis e mais 230 mil nas hidrelétricas. O setor de energias renováveis é um dos mais promissores na criação de empregos, avaliam os especialistas, pois o País é um dos principais atores no cenário mundial no que se refere a desenvolvimento de tecnologia para geração de energia limpa.
Outra área na qual a sustentabilidade é cada vez mais presente é a construção civil. De acordo com membro do Conselho Brasileiro de Construção Sustentável, Marcelo Takaoka, uma pesquisa realizada por alunos da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) mostra que de cinco anos para cá o conhecimento do conceito de sustentabilidade passou de 30% para 60% dos profissionais envolvidos na área.
No entanto, o conhecimento do tema é ainda superficial, razão pela qual estes profissionais ainda veem o custo mais elevado como uma barreira à adoção dos preceitos da sustentabilidade. “É um mercado que está no início, que tem demanda de profissional especializado, mas que ainda enfrenta resistências. A mudança virá com a formação de mais pessoas habilitadas a trabalhar com o conceito”, diz.
“Além do espaço que se abre para novas profissões, mais ligadas à tecnologia, amplia-se também o campo de atuação para as tradicionais”, observa Victorio Mattarozzi, sócio-diretor da consultoria Finanças Sustentáveis.
Assim, além de engenheiros, a oferta de empregos na economia “verde” se volta para economistas, administradores, contabilistas, advogados, entre outros.
Para a diretora do Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), a preocupação com a sustentabilidade está ainda concentrada nas grandes empresas e, mesmo assim, há poucos profissionais “verdes” frente à demanda atual.
Há um número reduzido de consultores capacitados para trabalhar em atividades relacionadas com o cálculo das emissões de carbono pelas empresas, por exemplo. “Faltam profissionais para a elaboração de novos protocolos e certificações. São valores e riquezas que serão muito importantes para as empresas e também para o País”, afirma.
A gestora do Núcleo de Sustentabilidade da Fundação Dom Cabral, Maria Raquel Grassi, afirma que os avanços na abertura de mercado para os empregos “verdes” já é visível. Antes, alguém que já trabalhava na empresa assumia a função de lidar com as questões de sustentabilidade. Hoje já se contrata um especialista. “Eu não tenho dúvida que esse novo gestor será um dos principais executivos dentro de uma companhia nos próximos anos, pois ele terá uma visão ampliada do processo produtivo e de seus impactos. Este trará valores sociais, econômicos e ambientais, visibilidade no mercado e até economia para a companhia em que atua. ”
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12 de ago. de 2009
O Bombeiro do Casseta e Planeta ofende aos idosos
Desta vez fiz uma análise sobre a comunicação feita pelo Casseta em Planeta, em especial no quadro do Bombeiro, que surge a partir do episôdio da Susan Boyle, onde a insinuação é de que ela estaria necessitada de sexo, e, por isso, se vê vitíma de histeria.
Assista o quadro:
No minimo é grosseira a comparação, uma vez que o quadro, por ignorância talvez de quem escreva o roteiro, trata de necessidades fisiológicas de um idoso como semelhantes a necessidades de jovens. O que ajuda a construir no imaginário uma imagem negativa e jocosa do idoso. Além de comparar as senhoras do retiro a "Peruas abandonadas", o que é deplorável
Será muito bom o dia em que a rede Globo conseguir adotar critérios de responsabilidade social efetivos em sua ação.
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