20 de jan de 2009

O estilo inovador da campanha de Obama

Saiu na Gazeta Mercantil hoje (Gazeta Mercantil/Caderno C - Pág. 1) - (Cibele Santos) um descritivo da campanha de Obama, que é bem sucedido ao utilizar das mídias que não somente as convencionais em sua campanha:




"Comunicação desafia Obama

São Paulo, 20 de Janeiro de 2009 - Nesta terça-feira, Barack Obama entrará para a história ao se tornar o primeiro presidente negro dos Estados Unidos e também por assumir o cargo numa época em que a revolução midiática da era digital adquire grandes proporções. Hoje, milhões de pessoas de todo o mundo assistirão à posse em tempo real, sintonizadas nos canais abertos e fechados de rádio e TV, ou - fato inédito nas posses presidenciais -, plugadas a sites de vídeo como Hulu, YouTube, Twitter e milhões de blogs que, há apenas quatro anos, na reeleição de George Bush, sequer existiam.

Durante sua campanha, como nenhum outro político da era das novas mídias, Obama soube explorar no tempo perfeito a evolução do mundo virtual. Apenas como exemplo das suas conquistas, ele conseguiu transformar uma página do Facebook e de um canal do YouTube em canais de comunicação direta com os usuários de redes sociais, que logo se tornariam agentes de marketing viral e de levantamento de fundos e que hoje constituem um exército de 13 milhões de pessoas (com seus respectivos e-mails) que não só apóiam o novo governo mas interagem virtualmente com o próprio presidente.

Segundo analistas do setor, a última vez em que, guardadas as proporções, uma nova mídia conseguiu mobilizar fortemente os americanos foi em 1960, na campanha de John Kennedy - ressalvando-se que, na época, a "nova mídia" era a TV em cores.

"Nunca vi uma cobertura de posse mais vasta e complexa que a deste ano", observou o chefe do escritório da CNN em Washington, David Bohrman, que acompanha eventos desse tipo há três décadas.

Por trás dessa estratégia vencedora, no entanto, existe uma assinatura: a de Julius Genachowski, "guru tecnológico" de Obama, arquiteto das principais diretrizes de comunicações do novo governo. Atual codiretor do Plano de Inovação Tecnológica e do Grupo de Reforma Governamental, ele muito provavelmente será o próximo diretor do órgão regulador e fiscalizador da indústria de mídia e comunicações do país, a Federal Communications Commission (FCC)."



Leia o texto na Integra em: http://www.gazetamercantil.com.br/GZM_News.aspx?parms=2295090,608,20,1

2 comentários:

Muras disse...

o maior case.

Conceição disse...

Legal os posts da Vivo e do Obama. Em ambos, a lógica participativa das novas midias dão o tom. Tô indo pra Dom Eliseu e qdo voltar, mando news pro blog.

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