29 de jul de 2009

Quem quer trabalhar em um setor multibilionário, que paga bem?

A açao 'Truth', contra os cigarros, saiu com novos filmes da campanha que mostra situaçoes que seriam entrevistas de emprego. Os comerciais são arrematados pela assinatura - 'Você tem o que é necessário para ser um executivo de fabricante de cigarros?'. No filme abaixo, um executivo fala para uma plateia de universitários. Pergunta quem, depois de se formar, quer trabalhar em uma indústria multibilionária, que paga bem e é à prova de recessao. Todos na platéia levantam as mãos. E vão assim até mudarem de idéia após a ultima pergunta - "Quem quer trabalhar num setor cujos produtos podem potencialmente ser responsáveis por 1 bilhao de mortes no século 21?". Para saber mais sobre a campanha, vale um pulo no site tretruth.com
E para ver o comercial, clique na imagem abaixo e dê sua opinião.



Essa nota vem do Blue Bus de hoje

4 comentários:

Rafael Figueiredo disse...

muito bom.

Murilo disse...

munytalks.

Vitório Tomaz disse...

Legal que a mensagem não vai nos fumantes, agora só resta saber a divulação que o filme vai ter de fato.

Claudio Eduardo disse...

Essa é uma questão bastante instigante.
Da forma que é apresentado no comercial são colocados "on the table" a ambição de universitários e o senso de responsabilidade dos mesmos. Ok, todos querem dinheiro e estabilidade, mas nem todos "matariam" por isso.
Creio que num mundo ideal poderíamos acreditar e creditar piamente a responsabilidade da morte de um fumante aos funcionários bem remunerados de indústrias de cigarros. Porém não sei se isso é tão simples como mostrado no vídeo. Voltamos àquela velha história: seria o cara que ligava a câmara de gás responsável pelas mortes do Holocausto? Seria o promotor de vendas da Samsung um disseminador da alienação global humana? Não sei. Preferiria responder que sim, que temos que prezar o que aprendemos por certo e justo, mas nem sempre sabemos ao certo o que é certo ou julgamos justamente.

Contudo, digo que a campanha é válida no sentido de influenciar não só ao não consumo e a não propagação do fétido objeto, mas também nos leva a pensar sobre as responsabilidades incumbidas em nossas ações.

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