3 de out de 2009

Meu comentário no blog do Claudio Abramo

Em relação ao blog do Cladio Abramo, que no post Propagandística faz uma severa crítica a publicidade, acabei de postar um comentário, que insiro abaixo. A crítica do Abramo a alguns comerciais é totalmente pertinente, mas o preconceito que subjaz em seu post foi o alvo de meu comentário:

"Prezado Claudio,

Seu purismo adorniano me fez refletir. Se uma das vozes mais lúcidas da intelectualidade brasileira é capaz de ver o mundo da comunicação em preto e branco, demonizadno a publicidade e, indiretamente, corroborando o jornalismo como contraponto a ela, como queremos mudar o país se nem em nosso quintal conseguimos alguma lucidez???? A propósito, sou publicitária. E lembro que a mesma que serviu a Hitler, hoje faz o Rio ser eleito sede das olimpíadas. Tudo depende de quem está em seu poder. Ah, e aí vai o ponto do í: publicizar significa dar a conhecer, significa transparência, nome não por acaso da ONG q vc dirige."

3 comentários:

janne disse...

Segui sua sugestão. É intrigante que esse ataque a publicidade tenha partido dele. Ele demonstrou uma visão muitíssimo limitada inquirindo os publicitários e colocando-os como algozes do mundo. Pensei que esse tipo de pensamento fosse comum somente à pessoas ignorantes. A nossa sociedade está estruturada numa lógica tão complexa que é impossível apontar um culpado para todos os males.

Murilo disse...

Ele não só não respondeu ao meu comentário como o moderou para que não fosse publicado. Não era nenhum comentário ofensivo, apenas contra-argumentativo. Perdeu sua potencial credibilidade comigo. Uma pena.

Vitório Tomaz @virts disse...

Achei legal reproduzir no Publizitat tb:

Boa Noite Senhor Abramo!

Acabei de ler seu texto e a percepção que tive foi a de o senhor tem se integrado muito pouco sobre o que tem ocorrido no mercado publicitário. Mercado por sinal que tem repensado todas as suas práticas, em prol de se adequar as novas demandas da sociedade.

Muito pelo contrário, os jornalistas discriminaram e por algum tempo e alguns ainda discriminam blogueiros, ou aqueles que de alguma forma querem exercer a profissão e não possuem um diploma.

Se estamos falando justamente sobre a questão de libertar, de abandonar os veículos alimentados pela publicidade, por que então os jornalistas ainda relutam quanto a quebra de diploma a e produção livre de conteúdo.

Observe que questão é mais complicada do que parece, estamos falando de quebrar o dominío que determinadas classes tem de editar a informação.

É bem complicada a discussão, mas nenhuma das classes está composta de Santos, no entanto nenhuma delas é totalmente culpada.

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